Escrita por Luiz Gonzaga e Guio de Moraes, foi lançada em 1952. Tem que prestar atenção que não se trata da música Último Pau de Arara, gravada por Fagner anos depois. Essa é somente Pau-de-Arara. Conta a história de um nordestino que sai de sua casa e vai pro sul maravilha, somente com a cara e a coragem, com as roupas dentro de um saco. Mas trouxe um triangulo, uma zabumba e um gonguê pra tocar sua música. Foi regravada por Marília Medalha em 1968, por Maria Bethania em 1972, Clara Nunes em 1974, Dominguinhos em 1982, Sirano em 1988, Elba Ramalho em 1990, Oswaldinho do Acordeon em 1993, Gilberto Gil em 2000, Zé Ramalho em 2000, Zezo em 2005, Chico César em 2012, Sandro Becker em 2012, Lenine em 2015, Alceu Valenca em 2021, entre outros.
A letra:
Quando
eu vim do sertão, seu moço, do meu Bodocó
A malota era um saco
e o cadeado era um nó
Só trazia a coragem e a cara viajando num
pau de arara
Eu penei, mas aqui cheguei
Eu penei, mas aqui
cheguei
Trouxe um triângulo (no
matolão)
Trouxe um gonguê (no matolão)
Trouxe um zabumba
(dentro do matolão)
Xote, maracatu e baião
Tudo isso eu
'truxe no meu matolão
Quando eu vim do sertão, seu moço, do
meu Bodocó
A malota era um saco e o cadeado era um nó
Só
trazia a coragem e a cara viajando num pau de arara
Eu penei, mas
aqui cheguei
Eu penei, mas aqui cheguei
Trouxe um triângulo (no
matolão)
Trouxe um gonguê (no matolão)
Trouxe um zabumba
(dentro do matolão)
Xote, maracatu e baião
Tudo isso eu
'truxe no meu matolão
Trouxe um triângulo (no
matolão)
Trouxe um gonguê (no matolão)
Trouxe um zabumba
(dentro do matolão)
Xote, maracatu e baião
Tudo isso eu
'truxe no meu matolão
Quando eu vim do sertão, seu moço, do
meu Bodocó
A malota era um saco e o cadeado era um nó
Só
trazia a coragem e a cara viajando num pau de arara
Eu penei, mas
aqui cheguei
Eu penei, mas aqui cheguei, mas aqui cheguei
A versão de Luiz Gonzaga:
A versão de Zé Ramalho:
A versão de Alceu Valença:
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